
27 março 2008
13 fevereiro 2008
Protesto - O DIREITO à INDIGNAÇÃO
Para melhor enquadramento da galeria podem consultar neste blog a postagem Quem Somos de 12 de Fevereiro de 2008.
Os contactos que fizemos e que continuámos a fazer (desde fevereiro de 2007) são direccionados às instituições para obter Informação vária, como exemplo: pedimos que nos enviem alguma literatura e/ou folhetos sobre a Galiza. Queremos dar informação, aos portugueses que nos procuram, sobre história, literatura, arte, gastronomia, artesanato, turismo, etc., com o material possível que as instituições nos possam enviar, distribuindo. E, Livros.
Do pouco tempo da existência da galeria já realizámos inúmeros contactos com instituições públicas e também privadas. Contactámos ainda algumas livrarias e editores da Galiza e deparámos com uma enorme parede de silêncio.
Só dois exemplos, de silêncio:
Escrevemos vários mail’s em 2007 para uma livraria/editora de Ourense para saber se nos colocava na galeria, livros de poesia, prosa e teatro, à consignação ou por outro meio a negociar. E a condição fundamental era de que só nos interessava, e interessa, os Autores Galegos com escrita, preferencialmente, em língua galega.
Também fizemos a mesma proposta a uma grande Editorial em Vigo e o resultado foi a mesma resposta. Um silêncio total!
Mas afinal, O QUE É QUE SE PASSA ???
Todas estas interrogações não são só para os galegos, mas estendem-se também aos portugueses. O processo foi e é igual em Portugal, afinal as semelhanças existem para o pior!!!
Hoje, questiono para saber, porque será que os grandes grupos económicos compram editoras? É o lucro, ou estão preocupados com o baixo nível cultural da população?
Ainda há pouco tempo alguém escreveu, (...) começou pelo filão do livro escolar, numa aposta de concorrência (...), Referindo-se a alguém que adquiriu recentemente várias editoras.
O negócio dos livros escolares, os best-sellers e os das ditas “figuras públicas”, são os que mais interessam aos livreiros / editores em geral? E outro género de literatura? como o ensaio, a poesia e/ou outro, não interessam?
E assiste-se à entrega desmesurada e sem pudor de enormes quantidades de livros nos grandes supermercados.
E ainda mais grave se torna quando origina o estrangulamento das livrarias. É a lei do mercado, dizem uns. Mas, vale tudo?
Onde estão as pequenas livrarias que eram local de encontro e proximidade entre o livreiro, o autor e o leitor?
São muitas as dúvidas e interrogações. A única coisa que sabemos é que algo se passa, algo que não bate certo!
Os nossos objectivos prioritários hoje, para a galeria, são os livros e a informação. O espaço que reservámos, para a literatura galega e portuguesa, já existe para tal.
Os poucos livros que temos (cerca de 12 títulos) foram gentilmente colocados à consignação pelo Espaço Jacobeus de Braga. Em que a temática central é, a Vida, a Obra e os Caminhos de Santiago.
Com o muito espaço que sobra enchemo-lo então, de... silêncio (s)?
Oh, meus senhores! digam-me se não é importante ter uma galeria / livraria em Braga, com um número razoável de literatura galega e que esteja tão disponível como nós.
Se não nos deixam, então que alguém o faça! Façam-no!
Para quem não saiba, cada vez há mais galegos que nos visitam frequentemente. Existindo também um número razoável de médicos e técnicos radicados na região.
Apesar do movimento demográfico ser lento e sem grande significado, pensámos que a Galeria seria um pouco o local onde pudesse ser ponto de Encontro de Galegos e Portugueses. Participando / Trocando ideias de laços que nos unem, falando dos artistas, dos autores, das gentes, etc., no fundo, falar da nossa terra com a nossa língua. Seria único e bonito, não?
Nos últimos anos o concelho de Braga e a sua cidade estão em crescimento acelerado. Originando a fixação de pessoas, também vindas de outras regiões, com grande concentração na cidade. E, segundo os números, está entre as cidades com mais jovens na Europa, em que a Universidade do Minho contribuiu significativamente para tal. Contando actualmente com cerca de 120.000 habitantes residentes, dentro destes, 80.000 estão recenseados em Braga.
Apesar de termos este número de população, a cultura está estacionária de há vários anos para cá. Temos uma cultura para consumo imediato - não temos uma cultura das ideias, da arte, da criatividade, da imaginação, dos artistas... Não cresce porque há, penso eu, lobbies institucionais.
O seu crescimento baseia-se muito no ritmo do material, em betão / cimento armado, asfalto e acessibilidades. Braga culturalmente não está a crescer!
(No tempo da ditadura interessava ao poder de então ter um povo mais culto? Era evidente que não. E porquê? Porque é fácil aos vários poderes governarem na ignorância).
E hoje, em “democracia”? interessam a estes poderes ter um povo culto? Já duvido.
Quando o discurso oficial - ainda hoje - eles pensam que a Galiza e Portugal para se aproximarem é necessário o TGV e que essa aproximação é só por via iminentemente económica...
E digo eu: Não é a cultura que aproxima as pessoas, os povos?
O que nos vale é que no meio deste deserto e silêncio, há boas excepções.
Temos uma Universidade do Minho, altamente prestigiada, com cerca de 15.000 alunos (Braga e Guimarães). E com 81 por cento de docentes licenciados. Instituição pela qual já passaram os maiores homens e mulheres da ciência e da cultura.
2008 também é um ano de grande importância para a cidade e para a Ibéria. Está já em andamento a construção do Instituto Ibérico de Nanotecnologia, em Braga, que será presidido pelo Prof José Rivas, docente na Universidade de Santiago de Compostela, sendo composto o Conselho Científico Internacional do Laboratório com sete cientistas, um deles galardoado com o Prémio Nobel da Física.
O Instituto, contará com cerca de 200 investigadores de vários países, e ficará pronto em 2009.
Do que foi exposto, muito mais havia a acrescentar. Mas continuámos a interrogar-nos, o que fazer? O que é possível fazer para dar a volta à situação? Como é que se lida com instituições públicas e/ou privadas das áreas culturais, com editores e livreiros, e com os burocratas?
Eu sei qual é uma parte substancial da solução. Mas para isso tem que se afrontar poderes instalados, os poderes de decisão. Os poderes dos que se pavoneiam nas feiras de vaidades e se mostram nas inaugurações, nos encontros, etc.,
O que é necessário para inverter a situação? É muito simples!
Àqueles que estão nos lugares de outros e que não têm perfil nem formação para o lugar que ocupam - que se dediquem a algo para que estejam vocacionados(as). Haja um pouco de auto-crítica e por favor peço, a esses, para se irem embora.
Tem que se apostar nos quadros intermédios que são a parte mais importante na área da cultura, como alguns animadores sócio-culturais e / ou sócio-educativos, as associações culturais e de cidadãos, a cultura culta e popular. Entre muitos exemplos.
Precisámos de homens e mulheres certos nos lugares certos. Pessoas que saibam, conheçam e trabalhem no terreno (é necessário sair dos gabinetes) o mundo está cá fora!
Aos que apesar da inércia de várias instituições e organismos sejam públicos ou privados e do seu desinteresse, pelo menos digam-nos alguma coisa mesmo que seja, NÃO!
É que estamos já um pouco cansados e fartos. No dia 5 de Fevereiro fez um ano em que iniciámos todo este processo de contactos constantes e só obtivemos a parede de silêncio!
E depois há outros - sabemos muito bem e são muitos - que partilham as nossas ideias e nos apoiam, mas a todos que nos lêem, solicitámos a sua devida atenção ao que se passa.
A vocês que estão connosco, se tiverem alguma ideia ou alguma forma de mudar este estado de coisas digam-nos enviando informação. Digam a toda a gente o que se passa, quem somos, quais os objectivos e os nosso projectos. Espalhem a informação.
(…) se vieres por bem, traz um amigo também – como dizia o nosso Zeca Afonso.
josé carvalho
Braga, 13 de Fevereiro de 2008
P.S. Em breve, talvez esta semana, vamos expôr cronologicamente os “contactos” com algumas das editoras portuguesas.
12 fevereiro 2008
EXPOSIÇÃO

2003/04/07- Delegação Regional de Turismo de Braga
2003-Restaurante Expositor, Braga
2004 – Alinhavar, Leiria
2004/05/07- Exposição Aberta de Artes Plásticas, Póvoa de Lanhoso
2006 – Theatro Club, Póvoa de Lanhoso
2007 – Torre de Menagem, Braga
2008 - ...também Galicia – galeria, Braga

QUEM SOMOS
De início a galeria dedicou-se exclusivamente a duas cerâmicas, sendo a mais importante a de Sargadelos.
Sargadelos produz peças com Decorados e Formas, criadas por artistas Galegos, pelo seu Gabinete de Desenho e por artistas estrangeiros convidados. Recuperando / Registando a Memória Histórica.
Quando encerra em 1875, “reaparece” nos anos 40 impulsionada por artistas e intelectuais galegos. Homens e mulheres que saíram da Galiza como refugiados e exilados, muitos por motivos políticos.
Com Sargadelos estiveram directa e indirectamente muitas personalidades das letras e das artes. Entre elas, Luís Seoane, Rafael Dieste, Lorenzo Varela, Núñez Búa, António Baltar, Blanco-Amor, Arturo Cuadrado, Alberto Vilanova, Isaac Díaz Pardo, Andrés Albalat, Alfonso Castelao, Carlos Maside, Laxeiro, Arturo Feijoo, Ramon Piñeiro, Xesús Ferro Ruibal, Manuel Colmeiro, Francisco Lloréns, Eugénio Granell, Valenzuela e Neira Vilas, entre muitos outros. Mantendo ainda hoje uma ligação estreita com os artistas.
O universo Sargadelos é de uma enorme importância artística e cultural para a Europa. O seu prestígio como empresa / cultura e o reconhecimento como alta cerâmica faz desta um dos expoentes máximos em todo o mundo.
Por tudo isto, Nós temos o orgulho de ser a única galeria com Sargadelos em Portugal.
Um ano passou. ...também Galicia - galeria, decidiu então alargar, mantendo o nível artístico e de qualidade de todas as peças. Peças de autor, com exclusivos em Braga e em Portugal. Em Braga: jóias, bijuteria e vitrofusão do artista plástico, Luís Soares. Em Portugal: jóias de autor em prata, dos artesãos Gustavo Helling, Manuel Ochoa e do atelier Odín. E as porcelanas de Galos-Diseño. Sem exclusivo, a cerâmica de Júlia Ramalho - actualmente a artesã portuguesa mais reconhecida no nosso país e no estrangeiro. E Livros, sobre os caminhos, a vida e obra de Santiago.
Estabelecemos protocolos com a Casa do Professor, a AAEUM - Associação dos Antigos Estudantes da Universidade do Minho e com o Espaço Jacobeus - Braga.
Criámos também um espaço para exposições periódicas de Cerâmica, Pintura, Escultura e/ou outras. Apesar de pequeno, queremos abrir a porta aos artistas e/ou outros que queiram expôr mostrando o seu trabalho criativo. Temos dois objectivos. O primeiro é possibilitar que homens e mulheres abram as suas “gavetas” mostrando o trabalho que muitos têm guardado. O outro é o encontro mesmo que seja por um breve período, mostrando o que fazem, trocando ideias e opiniões.
O próximo objectivo é uma pequena livraria que represente o mais possível a literatura galaico-portuguesa. Na literatura galega interessa-nos sobretudo os autores galegos com escrita, preferencialmente, em língua galega.
Nós, ...também Galicia - galeria, como espaço/galeria que queremos que seja único e autêntico, pretendemos se torne num projecto também cultural, contribuindo para o conhecimento e para a recuperação da memória histórica Galaico - Portuguesa.
16 janeiro 2008
PORGAL
No ano de 1971, n’O Dia das Letras Galegas, foi homenageado:
GONÇALO LÓPEZ ABENTE (1878-1963)
Muxia
Brandamente deitada no medio da ribeira
e ollando cara o ceo, acouga silenciosa
a branca e melancónica e doce compañeira
dos outos penedás da brava costa nosa.
Tecelana de ensoños, fabrica na almohada
as randas milenarias dos albos areales
que treman, milagreiros, na mañán encalmada,
nos reflexos azús dos mariños cristales.
E nos días de inverno, cando a fera tormenta
desatada en furores enrabexada alenta,
envolta no mantelo de vaporosa bruma
satisfeita sorríe e soña adormecida
no leito mol e morno que a iauga remexida
ofrécelle con tombos e folerpas de escuma.
(Nemancos, 1929)
PORGAL
MARCIAL VALLADARES NÚÑEZ (1821-1903)
Os dous ratos
Solitario n’un muiño cérto rato,
Fariña e grau comendo sin mandato,
Ordenou (pórque soio s’aburria)
Buscar entr’os parentes, compañia.
Ó monte saeu, pois moi caladiño
E outro rato atopou, tan flacuchiño,
Qu’entendeu o pasaba malamente.
E dí logo o d’o muiño: - “Parentólo,
Ja vés que gordo estou como un carólo!
Ti andas co-a barriga sempre lasa;
Eu vivo cal señor n’a sua casa,
Fago o que me dá gana, non traballo
E ti dórmes d’o monte entr’o gasgallo.
Vente comigo, juntos viviremos
E, juntos n’o meu muiño brincaremos”.
- “Falas bén, parentólo, lle contesta.
Iría, mais c’o jués non quéro festa“.
- “Anda, vente, o d’o muiño lle replica,
Qu’ali nadie á ajejarme se dedica”
Botan os dous á andar mio falangueiros
E, d’o muiño ó que tocan os lindeiros,
Dill’o gordo ó d’o monte – “Entra ti diante”
- “Non, non, ti qu’eres d’a casa habitante“
Entra o gordo n’a casa conocida;
Pró estaba o jués e péscam’o en seguida.
O d’afóra ós chilidos escapou
E dijo, ó qu’en seguro s’atopou:
- “Porreta! Vale mais flaco n’o mato,
Que gordo metido n’o c.... d’o gato
08 janeiro 2008
EXPOSIÇÃO
DICAS
EXPOSIÇÃO comemorativa do Centenário do Nascimento.
28 dezembro 2007
GALPOR
Camilo Pessanha nasceu em Coimbra no ano de 1867, produto de um amor juvenil, quando o pai ainda cursava Direito em Coimbra, o que não impedirá que a relação com Maria do Espírito Santo, embora sem casamento, se consolide por meio do nascimento de mais quatro filhos.
(...) Camilo Pessanha matricula-se na Faculdade de Direito em Coimbra no ano de 1884. Durante os sete anos que medeiam entre a entrada da Universidade e a formatura final, em Julho de 1891, Camilo vive a boémia coimbrã ao mesmo tempo que descobre a vocação literária. Publicou nesta época as suas primícias – poemas, contos e crónicas – na Gazeta de Coimbra (1887), no Intermezzo (1890) e em jornais estudantis, como A Crítica (1888) e O Novo Tempo (1889). Exerceu actividade jurídica em Mirandela e, com Alberto Osório de Castro, seu colega de curso, em Óbidos.
(...) Poeta desde a juventude, vai publicando dispersamente os seus textos e ganhando admiração de outros escritores seus contemporâneos, como Fernando Pessoa e Mário Sá-Carneiro. Em 1920, a Editora Lusitânia publica Clepsydra, organizada por Ana Castro Osório, única edição da colectânea feita em vida do autor. Apesar de problemática (por exemplo, no estabelecimento e ordenação dos poemas), dava finalmente a conhecer o maior poeta simbolista português, criador de um mundo fugaz e de uma linguagem marcada por uma “subtil cumplicidade com o silêncio”, como escreveu Eugénio de Andrade.
Organização: Associação Wenceslau de Moraes
Texto retirado do folheto: Camilo Pessanha – Um Poeta ao Longe
20 dezembro 2007
PORGAL
ANTÓNIO NORIEGA VARELA (1869-1947)
Lembranzas
Oh, divina Saudade, compañeiras
che eu mostrara sí é certo que as precuras:
son cal rosas cortadas das roseiras,
estreliñas ausentes das alturas!
Lembranzas son de lindas pegureiras,
de fascinantes meigas criaturas,
que en noites de lunar das Coruxeiras
baixan ó fiandeiro de Cesures.
A Lua Cheia bríndalles raiolas
mentras, solene, as ve camiñar solas;
pero entóldase axiña... Coma bruxos
aparecen arteiros rondadores...
elas cantan, e os bravos aturuxos
turban a paz dos pinos fungadores.
(Do ermo, 1920)
06 dezembro 2007
05 dezembro 2007
GALPOR
O dia amanheceu,
Acordei,
E reparei
No milagre concreto de viver.
E cantei
Como um galo feliz.
O que esse canto diz
É que não sei.
(Coimbra, 27 de Maio de 1977)
PORGAL
FLORENTINO LÓPEZ CUEVILLAS (1886-1958)
“Prosas galegas” (fragmento)
Compre que os que veras queren á nosa terra, os que traballan a prol da súa exaltación, os que a sinten no cerne do seu espíritu, os que quixeran convencer e persuadir, os que cen veces sentirían abaixarse o voo do seu corazón, os que dubidaron e dubidan da eficacia e da fertilidade do seu esforço, deprendan, pra non esquencela, esta verdade: a verdade de que a alma de Galicia non pode deixar de ser nin convertirse noutra alma, e que só desaparecerá cando o mundo desapareza.
Nos anos que han vir veredes quizais debecer aínda mais a nosa cultura, perder terreo a nosa lingua, confundirse os perfís do nos país deca borrárense no neboeiro borrallento que o invade todo. Non desesperedes, os que de verdade sintáde-la emoción galega; seguide sempre con fe, e se vos ocurre pensar acaso se sementades ou se só esparexedes, desbotade ese pensamento e tede por certo que calquera traballo, grande ou pequeno, duro ou levián, que emprendades en nome de Galicia, é sempre sementeira.
(de: “Prosas galegas”, Galaxia,1962)
texto retirado do site www.galespa.com.ar
DICAS
MIGUEL TORGA
Exposição de 11 a 14 de Dez07
Programa - Dia 11 Dezembro 2007
na Faculdade de Teologia - Braga
09.45 h
Abertura da Exposição
Regresso
História antiga – encenação pela escola EB 2,3 de Celeirós
21.00h
Abertura musical (coral de Lama)
Sagres
Largada
Mar – poemas de Torga (serão musicados e interpretados)
Teatro
Quem é Torga?
Mãe - Regresso
(com teatro de marionetas pela escola EB 2,3 de Celeirós)
21.30h
Mesa Redonda
Pe. Dr. Mário Tavares
Dr. António Afonso
Prof. Dr. Castro Gil
Dr. Esteves Martins
Pe. Dr. Costa Santos (moderador)
Organização:
Cenáculo
Vigararia Episcopal para a Cultura
Texto retirado do folheto: Miguel Torga /tolerância/cultura/identidade
04 dezembro 2007
DICAS
No âmbito da Exposição - O Sorriso de Daniel - promovida pelo Consello da Cultura Galega, propõe-se uma pequena incursão no cinema galego.
04 Dezembro às 18 horas - Sempre Xonxa, de Chano Piñeiro (1989). Drama. - Sinopse: História de uma mulher e dois homens. Pancho e Birutas, desde a sua infância em 1947 até 1986. A emigração, com sucesso e sem ele, a complexidade das relações humanas, a confusão entre lenda e realidade numa aldeia que vai morrendo nas montanhas da Galiza.
05 Dezembro às 18 horas - O Lapis do Carpinteiro, de Antón Reixa (2003). Drama. - Sinopse: Daniel da Barca é um médico e intelectual socialista. A namorada, Marisa, é filha de um homem de negócios próximo do fascismo. Ao começar a Guerra Civil espanhola, Daniel é detido e Marisa luta para o libertar.
Organiza: Consello da Cultura Galega, Centro de Estudos Galegos da U.M.
Apoios: Câmara Municipal de Braga e a Axencia Audiovisual Galega.
Informação extraída do folheto: A(s) Galiza(s) desde 3 filmes
24 novembro 2007
SARGADELOS - Peças do Nosso Encontro






